SUSTENTABILIDADE – O impacto dos smart grids nas cidades e no bolso

As “smart grids” (“redes inteligentes”) estão entrando agora no sistema elétrico brasileiro. E o que isso quer dizer? Bom, que o sistema elétrico, tal qual como conhecemos hoje, vai parecer coisa da pré história – em apenas 10 anos!
Quem garante é André Pepitone, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Mas, afinal, o que são as tais smart grids??

As smart grids possibilitarão ao consumidor o poder de decidir como e quando consumir energia – e até gerá-la (a partir do vento, sol ou gás natural) e, por que não, vendê-la!

Imagine chegar em casa, conferir seu medidor de energia, ver um indicador positivo de produção x consumo de energia. O medidor também indica que o valor do quilowatt-hora, naquele momento, está no pico. Assim, você pede aos seus filhos para desligarem os aparelhos que estão utilizando, programa a máquina de lavar para funcionar de madrugada e acorda de manhã para vender sua energia produzida. Conseguiu imaginar?

Para isso acontecer, será necessário um investimento de R$ 15 bilhões, basicamente para substituir, em todo país, os medidores analógicos por digitais, para instalação de sensores na rede e para a modernização de centros de controles das concessionárias.
Essa mudança evitará erros no sistema elétrico, principalmente proveniente de hidrelétricas, como a pane numa subestação sobrecarregada da estatal CTEEP em fevereiro, que deixou sem luz 2,5 milhões de clientes na Grande São Paulo, entre tantas outras.

Os motivos para a implantação das smart grids são diversas: na Alemanha, era reduzir a dependência do gás vindo da Rússia; nos Estados Unidos, as empresas querem cortar gastos. No Brasil, a proposta é aumentar a confiança no sistema, além de reduzir o consumo em horários de pico, bem como a detectação, em tempo real, de tentativas de furto na rede elétrica (segundo concessionária fluminense Light).
Além da expectativa em diminuir o consumo de energia, também se espera incentivar o brasileiro a produzir sua própria energia.

A lei brasileira seria um último obstáculo a ser enfrentado: será necessário permitir que o preço do quilowatt-hora varie durante o dia. Outra mudança permitirá que a energia seja produzida em casa e seja vendida pelo cidadão.

Para conhecer mais detalhes, nossa fonte foi o Portal Exame.

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