CRIATIVIDADE – Como despertar a criatividade e a inovação

A criatividade não vem?

A HSM publicou cinco técnicas que podem ajudar na produção de ideias, ou “processo de ideação”.

E, bem, o princípio básico é a tal da criatividade para manter o nível de inovação elevado.
Como bem sabemos, a criatividade não é despertada ao acaso: ela precisa ser incentivada. Por isso surgiu o conceito de ideação, que é o processo de estímulo à criatividade e, por consequencia, à inovação.

As cinco técnicas descritas são justamente para construir um ambiente favorável a este processo.

1. Associação de ideias: proposta no século IV a.c., por Platão e Aristóteles. Eles sustentavem que três fatores auxiliavam na variação da corrente de pensamento – contiguidade, semelhança e contraste. “Na primeira fase, atenta-se para as causas que produziram o efeito. Para variar o pensamento, buscam-se situações de semelhança dentro mesmo segumento, ou onde seja possível identificar fatores comuns. Na terceira fase, as ideias concentram-se no sentido contrário”, aponta Rui Santo, consultor associado do TerraForum.

2. SCAMPER: funciona como uma listagem de tarefas cumpridas para auxiliar no desenvolvimento de ideias, para criação de novos produtos ou reformulação de itens existentes. As etapas propostas pela técnica são substituir, combinar, adaptar, modificar, utilizar de modo distinto, eliminar e reverter (que constituem o anagrama SCAMPER, em inglês). A proposta é avançar é avançar de letra em letra, registrando ideias que surjam no fim do percurso.

3. Brainstorming: traduzida livremente como “tempestade de ideias”, é realizada com grupos de pessoas reunidas para agrupar a maior quantidade de ideias possível, sem discriminação quanto à viabilidade, para ao final estabelecer uma análise sobre cada uma das propostas.

4. Mind Maps: também bastante popular hoje, especialmente na internet, é a metodologia dos “mapas mentais” (mind maps, em inglês). O sistema se propõe a organizar o processo de geração de ideias e associação, trabalhando sob o conceito de agrupamento. No centro do papel ou do diagrama, fica o tema a ser desenvolvido, reduzido a uma única palavra ou sentença. Em seu entorno, são trabalhados associações e conceitos que estejam ligados ao tema inicial.

5. Técnica das perguntas: como o nome sugere, propõe perguntas que levem a resolução de um problema. A mais tradicional e comum é a 5W+1H (do inglês “why, when, where, who, what and how”).


Dentro desta técnica, Rui Santo desenvolveu outras duas vertentes, que colaboram para ampliação da percepção, fornecendo perspectiva mais detalhada sobre o problema.

“As perguntas combinadas trazem uma sobreposição simples de perguntas, de modo a compor o cenário no qual a identificação do problema possa ser melhor apreendida. Já a técnica de criar perguntas profissionais é útil no desenvolvimento de produtos ou serviços, cujas perguntas típicas, quando identificadas, podem vir a serem atendidas pelos inovadores”, explica o consultor.

Fonte: HSM Blog


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