DICAS: Os livros recomendados pela equipe da Inex

O que você vai ler nesse final de semana?
A leitura é uma importante ferramenta para reciclar ideias, arejar a mente e instigar a criatividade – fatores muito importantes para a gestão de uma empresa.

Pensando nisso, pedimos para a equipe aqui da INEX que sugerissem algumas leituras, não diretamente relacionadas ao trabalho, mas que causam impacto no leitor de diferentes formas.

O resultado está nessa lista:

O Deserto dos Tártaros, de Dino Buzzati “O deserto dos tártaros” (1940), obra-prima de Buzzati, conta a história de jovens oficiais que consomem toda a sua existência em uma solitária fortaleza de fronteira, esperando em vão o ataque dos tártaros. Mais do que isso, o livro retrata a angústia, a resignação e a solidão do homem, incapaz de escapar a seu próprio destino.

Como me Tornei Estúpido, de Martin Page Certo dia, Antoine, o protagonista desta obra, resolve investir na idiotice para sobreviver. Ele está convencido de que só a estupidez lhe permitirá ser aceito pela sociedade. “Como me Tornei Estúpido” faz uma crítica ao consumismo e ao pretenso livre-arbítrio que torna todos semelhantes na sociedade de massa, despertando o leitor para questões universais.

 

Zen e a arte da manutenção de motocicletas, de Robert M. Pirsig – Zen e a arte da manutenção de motocicletas’ é a narrativa de uma viagem de moto feita por um homem e seu filho durante as férias de verão que se transforma numa odisséia pessoal e filosófica, tratando de questões fundamentais do nosso modo de viver.

 

 

Ilusões, de Richard BachUm messias que não gosta de multidões ensina um aviador, e o leitor, a questionar suas visões de realidade.  Neste livro, Richard Bach nos transporta na cabine de um biplano até um lugar onde conhece Donald Shimoda, ex-mecânico que faz as ferramentas voarem e a imaginação do autor viajar. O autor reflete sobre a condição humana, sobre seus anseios e mistérios.

 

Belas Maldições, de Neil Gaiman e Terry PratchettNeste livro cômico, no próximo sábado o mundo irá acabar. O que é um grande problema para Crowley, o demônio mais acessível do Inferno e ex-serpente, e sua contraparte e velho amigo Aziraphale, anjo genuíno e dono de livraria em Londres. Eles gostam da Terra e portanto, eles precisam encontrar e matar o Anticristo, a mais poderosa criatura do planeta. O problema é que o Anticristo é um garoto de 11 anos e, ao contrário de tudo o que você já tenha visto em algum filme, é um menino que adora seu cachorro, se importa com o meio ambiente e é o filho que qualquer pai gostaria de ter. Além, claro, de ser indestrutível.

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis – Publicado em 1881, “Memórias póstumas de Brás Cubas” é um dos mais famosos romances de Machado de Assis, um marco na literatura brasileira. Narrado por um defunto autor, uma voz irônica que se dirige constantemente ao leitor, a trama começa com o enterro de Brás Cubas, passa por seus delírios, volta à infância do personagem e, de forma nada linear, traz para o centro da cena vários episódios da vida desse excêntrico narrador.

 

Noites Tropicais, Nelson Motta – É a história de Nelson Motta e de tantos outros personagens da MPB. Um livro de memórias, escrito sem censura, para ser lido de um só fôlego. Uma obra reveladora de um certo período do país e de sua música – sem dúvida a maior contribuição de cultura brasileira à beleza e alegria do mundo.

O Estrangeiro, de Albert Camus – A mãe de Meursault morreu. Hoje ou ontem, tanto faz. Talvez tenha sido ontem. Então ele assassina um homem; é preso, julgado, condenado. Tudo de repente, sem explicação nem consolo para o absurdo de sua vida. Meursault é o estrangeiro, o personagem criado por Albert Camus para mostrar a vida de um homem – como qualquer outro de seu século – que, ao se ver sem nenhuma fé ou ideologia para auxiliá-lo a compreender o mundo, encontra-se verdadeiramente livre.

 

Judas, de Amos Oz – A partir da história de amor entre um estudante e uma mulher misteriosa, Amós Oz questiona a fundação do estado de Israel e as guerras que abalam o Oriente Médio. O protagonista é Shmuel Asch, um estudante que se vê em apuros no inverno de 1959, trata-se de um tratado sobre a figura de Jesus sob a ótica dos judeus. Passado o desespero inicial, ele encontra morada e emprego numa antiga casa de pedra, situada num extremo de Jerusalém. Durante algumas horas diárias, sua função é servir de interlocutor para um velho inválido e perspicaz.. Neste romance, Amós Oz retorna ao cenário de alguns de seus livros mais apreciados – a Jerusalém dividida em meados do século XX. Ao lado de seus personagens, Oz é corajoso o bastante para questionar o estabelecimento de um estado para os judeus, com suas consequentes guerras, e se pergunta se seria possível eleger um caminho histórico diferente.

A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón ‘A sombra do vento’ é uma narrativa escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos e seu pai lhe dá um presente inesquecível – e leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de ‘A Sombra do Vento’, do também barcelonês Julián Carax. O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu.

 

O Poder do Hábito, de Charles Duhigg – Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela – ou seja, seus hábitos – foram modificados de maneira fundamental para que todas essas mudanças ocorressem.  Com base na leitura de centenas de artigos acadêmicos, entrevistas com mais de trezentos cientistas e executivos, além de pesquisas realizadas em dezenas de empresas, o repórter investigativo do New York Times Charles Duhigg elabora, em O poder do hábito, um argumento animador: a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar bem os filhos, se tornar uma pessoa mais produtiva, criar empresas revolucionárias e ter sucesso é entender como os hábitos funcionam. 

 

A Revolta de Atlas, de Ayn Rand – Considerado o livro mais influente nos EUA depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano, ‘A revolta de Atlas’ é um romance sobre sociologia e economia. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por um governo corrupto. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência.

 

Maus Samaritanos, de Ha-Joon Chang –  ‘Maus Samaritanos’ é um livro de história econômica mundial, onde o autor analisa uma série de temas, tais como livre comércio, investimento estrangeiro, corrupção, democracia, entre outros, sempre em oposição à chamada ortodoxia neoliberal. A mensagem do autor é polêmica- os emergentes devem resistir à pressão dos ricos. Isso significa abrir lentamente as barreiras de importação e proteger indústrias estratégicas. Se seguirem os mandamentos dos líderes, acabarão vítimas dos ‘maus samaritanos’, os países ricos que usaram o protecionismo para se desenvolver, mas que agora posam como missionários do livre comércio

 

As Memórias do Livro, de Geraldine Brooks – Na Bósnia arrasada por anos de guerra civil, um raro manuscrito judeu medieval reaparece. É a lendária ‘Hagadá de Saravejo’, um volume único, que contrariava as restrições judaicas da época em relação às ilustrações. Um livro com uma história cercada de enigmas. Como esse manuscrito foi feito, apesar das restrições rabínicas? E como sobreviveu a séculos de antissemitismo na Europa? Para desvendar esses mistérios, Geraldine Brooks apresenta aos leitores Hanna Heath, a restauradora australiana para analisar e recuperar o manuscrito.

 

O Dia do Curinga, de Jostein Gaarder ‘Você já pensou que num baralho existem muitas cartas de copas e de ouros, outras tantas de espadas e de paus, mas que existe apenas um curinga?’, pergunta à sua mãe certa vez a jovem protagonista de O mundo de Sofia. Esse é o ponto de partida deste outro livro de Jostein Gaarder, a história de um garoto chamado Hans-Thomas e seu pai, que cruzam a Europa, da Noruega à Grécia, à procura da mulher que os deixou oito anos antes. No meio da viagem, um livro misterioso desencadeia uma narrativa paralela, em que mitos gregos, maldições de família, náufragos e cartas de baralho que ganham vida transformam a viagem de Hans-Thomas numa autêntica iniciação à busca do conhecimento – ou à filosofia.

O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafon – Barcelona, anos 20. David Martín, jovem escritor caído em desgraça,recebe uma oferta irrecusável. Andreas Corelli, homem tão amável quanto misterioso, lhe encomenda um livro capaz de impactar o rumo da História. Para David, estão em jogo sua saúde e uma fortuna em dinheiro. E, possivelmente, muito mais do que isso. Em ‘O Jogo do Anjo’, o autor pretende guiar seus leitores através de um labirinto de segredos onde o amor pelos livros, a paixão e a amizade se misturam.

Memórias de Minhas Putas Tristes, de Gabriel García Marquez – ‘Memória das Minhas Putas Tristes’ conta a história de um velho jornalista de noventa anos que deseja festejar a sua longa existência de prostitutas, livros e crónicas com uma noite de amor com uma jovem virgem. Inspirado no romance ‘A Casa das Belas Adormecidas’ do Nobel japonês Yasunari Kawabata, o consagrado escritor colombiano submerge-nos, num texto pleno de metáforas, nos amores e desamores de um solitário e sonhador ancião que nunca se deitou com uma mulher sem lhe pagar e nunca imaginou que encontraria assim o verdadeiro amor. Rosa Cabarcas, a dona de um prostíbulo, conduzi-lo-á à jovem com quem aprenderá que para o amor não há tempo nem idade e que um velho pode morrer de amor em vez de velhice. A escrita incomparável de Gabriel García Márquez num romance que é ao mesmo tempo uma reflexão sobre a velhice e a celebração das alegrias da paixão.

As Intermitências da Morte, de José Saramago – ‘Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto’, escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte. Só mesmo um grande romancista para desnudar ainda mais a terrível figura. Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos. Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema. Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna?

 

O Físico, de Noah Gordon – O drama de um homem dotado do poder quase místico de curar, que tem a obsessão de vencer a morte e a doença, é aqui contado desde o obscurantismo e a brutalidade do século XI na Inglaterra ao esplendor e sensualidade da Pérsia, detalhando a idade de ouro da civilização árabe e judaica. A história começa quando Rob Cole, órfão, aprendiz de um barbeiro-cirurgião na Inglaterra, toma conhecimento da existência de uma escola extraordinária na Pérsia, onde um famoso físico leciona. Decidido a ir a seu encontro, descobre que o único problema estava no fato de que cristãos não tinham acesso às universidades muçulmanas durante as Cruzadas. A solução era Rob assumir a identidade de um judeu, ao mesmo tempo em que se envolvia com uma avalanche de fatos verdadeiramente impressionantes.

A Soma dos Dias, de Isabel Allende – Um relato memorialístico no qual Isabel Allende conta a história recente de sua vida. Em ‘A soma dos dias’, Allende retoma a narrativa de Paula, sua primeira obra autobiográfica, relembrando os acontecimentos posteriores à perda da filha, vítima de uma doença rara. O livro é, em essência, a história de amor entre uma mulher e um homem – Allende é casada com William C. Gordon, advogado e também escritor – maduros, que, envoltos por uma grande e moderna família, venceram juntos muitos obstáculos sem perder a paixão e o humor.

 

 

Palavras de Poder, de Lauro Henriques Jr. – O presente livro visa a reproduzir as conversas de Lauro Henriques Jr. durante os encontros que teve com alguns dos nomes da espiritualidade e do autoconhecimento no Brasil e no mundo. A cada encontro, o autor busca trazer uma conversa reflexiva, buscando revelar a essência da sabedoria do interlocutor.

Os 7 Habitos, Stephen R. Covey – Stephen R. Covey acredita que vencer ou fracassar é resultado de sete hábitos. São eles que distinguem as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas das fracassadas ou daquelas que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para alcançar êxito.Em OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES estão contidos os princípios fundamentais da eficácia humana – sete hábitos básicos e primordiais que representam a interiorização dos princípios corretos, nos quais estão baseados o sucesso e a felicidade duradoura.

 

 

Justiça, O que é fazer a coisa certa, de Michael Sandel ‘Justiça’ faz uma exploração investigativa e lírica do significado de justiça e convida os leitores de todas as doutrinas políticas a considerar as controvérsias familiares. Ação afirmativa, casamento entre pessoas do mesmo sexo, suicídio assistido, aborto, serviço militar, patriotismo e protesto, os limites morais dos mercados – Sandel dramatiza o desafio de meditar sobre esses conflitos e mostra como uma abordagem da filosofia pode ajudar a entender a política e a moralidade.

O Cérebro de Buda, de Rick Hanson – Com explicações claras acerca da estrutura e do funcionamento do cérebro, os autores de O cérebro de Buda demonstram que é possível condicionar a mente para obter mais felicidade e sabedoria no dia a dia através de práticas meditativas simples e rápidas.Sempre fundamentado em estudos científicos, o livro mostra como modificar e treinar o fluxo de pensamentos para ativar respostas positivas, com calma e compaixão, em vez de reações negativas, cheias de raiva e angústia.Indicado a quem busca bem-estar e paz de espírito, O cérebro de Buda é leitura essencial para compreender melhor o cérebro, mudar a mente e transformar a vida.

Descrições retiradas da Livraria Saraiva e da Livraria Cultura

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2 comentários Adicione o seu

  1. Excelentes livros, parabéns pelo post! 🙂

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  2. Que bom que gostaste Henrique! Em breve teremos mais listas com dicas… Fica ligado aqui no blog.

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