EMPREEDEDORISMO: Doenças que abrem empresas!

Ao passar por um problema de saúde, a maioria das pessoas só consegue pensar em como se curar.
Mas não todas.

Hoje vamos apresentar um grupo de empreendedores que, ao passarem por momentos muito difíceis em suas vidas, viram a oportunidade para abrir um negócio que facilitasse a vida de outros na mesma situação.

VANILLA BLUSH

Por volta dos 20 anos, Nicola Dame teve que passar por um procedimento que retirou parte de seu intestino e a deixou para sempre dependente de uma bolsa de colostomia.
Logo ela descobriu um problema inesperado em sua condição: não encontrava calcinhas que ficassem confortáveis e bonitas com a bolsa.
Em vez de se render, ela resolveu por as mãos na massa. Em 2008, ela e o marido pegaram um empréstimo de R$55mil e começaram a costurar calcinhas na cozinha do apartamento deles.
Hoje, a marca vale R$5 milhões, exporta para toda a Europa e conta com linhas de underwear femininas, masculinas, e roupas de banho.
Também oferece soluções não só para quem usa bolsa de colostomia, mas também para hérnia.

(produtos Vanilla Blush são confortáveis e lindos!)

KeepTree

O americano Joe Loew teve uma reação violenta a um antibiótico e ficou na beira entre a vida e a morte por umas semanas. Durante esse tempo, o que mais assustava Joe era que seus filhos (de 5 e 8 anos) iriam crescer sem saber que ele era.

Para driblar a situação, ele começou a gravar vídeos que sua esposa iria dar as crianças em momentos programados ao longo de sua vida.

Joe acabou se recuperando, mas ficou com essa ideia na cabeça e por isso criou a KeepTree, em 2011.
A empresa disponibiliza uma plataforma para colocar vídeos que serão vistos post-mortem por entes querido, mas não ficou somente nisso. Atualmente, também pode-se utilizar a plataforma para mandar vídeos durante viagens de trabalho longas, e momentos de separação.



Not Another Bunch of Flowers
Anikka Burton teve câncer de mama, e passou por todo o processo sofrido do tratamento por meses.

Ao chegar em casa do hospital, encontrou centenas de flores mortas – enviadas por amigos e familiares, mas que não puderam ser levadas ao hospital pelo risco de infecção que ela tinha.
Anikka quis resolver dois problemas com uma ação só: ajudar os entes do enfermo que querem mostrar seu carinho e sua preocupação e ajudar o enfermo que passa por uma situação difícil.
Então ela criou a empresa Not Another Bunch of Flowers que oferece presentes carinhosos e úteis para quem passa por tratamentos de longo prazo. Seu site tem mais de 530 opções de presentes, e também tem uma assinatura de presentes por todo o curso do tratamento.
(um kit de necessaire completa e hobby para hospital)
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